Economia

    Apoio do governo na produção rural aquece a economia do estado gerando emprego e renda

    Como terceiro maior país exportador de produtos agrícolas do mundo, não é novidade dizer que o agronegócio é o que impulsiona a economia no Brasil. As temperaturas são favoráveis, os solos férteis e 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros são gerados no Brasil, em pequenas, médias e grandes produções rurais.

    Sabendo que a transformação econômica virá através do campo, o governo do Estado, com ações da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa), vem realizando investimentos, apoiando de diversas maneiras a produção rural. A intenção é colocar o Acre de uma vez por todas no caminho para o desenvolvimento.

    “Nesta terça-feira, visitamos um total de 10 propriedades rurais com pequenas e médias plantações de milho e soja, nos municípios de Senador Guiomard e Capixaba. São produções que recebem apoio do governo por meio de políticas de incentivo, máquinas e equipamentos agrícolas, silos para secagem e armazenamento de grãos, capazes de otimizar o trabalho dos produtores, o que eleva a produtividade, rentabilidade e eficiência, sem esquecer da conservação e preservação do solo. Isso mostra o compromisso do governo Gladson Cameli com a produção rural e o que nós queremos com isso é que o trabalhador se sinta estimulado e encorajado a produzir em nosso estado aquecendo a nossa economia”, destacou o secretário de produção, Edivan Maciel.

    Observando um cenário favorável para a produção de milho e recebendo apoio com maquinário do governo, o produtor Henrique Cardoso arrendou 1.500 hectares de terra na fazenda Andriel, em Senador Guiomard. Em apenas 4 meses o produtor consegue colher pelo menos 100 sacas do alimento por hectare, gerando lucro, emprego e renda a quem participa do ciclo.

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    “O que eu produzo aqui é milho e esse grão é bastante consumido em nosso estado. Se eu não tivesse o apoio do governo, esse sonho seria impossível para mim. Temos o apoio com máquinas que nos ajudam na colheita e ainda tem os silos, que é onde nós armazenamos o produto e vamos vendendo gradativamente. Antes o produtor rural não tinha esse apoio e por isso acabava migrando para outros estados. Para quem tem terra para produzir, mas não tem condições para arcar com máquinas que são muito caras e locais para estocagem, essa parceria é uma vantagem que estimula o pequeno produtor a investir em solo acreano”, disse Henrique Cardoso.

    Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, que também é produtor rural, Assuero Veronez, o momento é de investir no agronegócio. Há pecuaristas migrando para a agricultura e o estado está em posição estratégica.

    “Temos a perspectiva da ponte sobre o rio Madeira o que proporciona aos acreanos uma comercialização mais rápida e eficiente e com isso a agricultura no estado começa a aparecer como alternativa interessante com rendimento até maior que a pecuária podendo render até três safras por ano. O governo entrando com o apoio é fundamental se quisermos crescer no estado. Tem muito produtor ai que gostaria de produzir, mas não tem estrutura e o estado oferecendo essa ajuda com silos, armazéns e maquinários já torna isso possível, estimula e motiva a produção”, destacou.

    Outro produtor conhecido pela grande plantação já na Fazenda Campo Esperança no município de Capixaba é Jorge Moura, que investiu 8 milhões em máquinas agrícolas para a colheita de seus mais de 3 mil hectares somados entre soja e milho, sem contar o espaço reservado para a pecuária e outras pequenas plantações. Lá eles produzem sua própria comida e vendem a produção dentro e fora do estado.

    “Esse governo para nós está mais favorável, pois o simples fato de não nos perseguir já ajuda muito e estamos animados em produzir. A vida inteira o Acre dependeu de outros estados para garantir a própria alimentação e com os caminhos abertos sem tantas burocracias para a produção, aos poucos estamos nos tornando autossustentáveis. Planto aqui soja, milho, feijão e pretendemos plantar também arroz e isso é fantástico, geramos empregos diretos e indiretos. Quero agradecer à Sepa e ao governo Gladson pelo apoio que estão dando ao produtor rural. Assistir o desenvolvimento do nosso estado e poder participar disso é gratificante”, falou o produtor.

    Além do secretário de Produção e Agricultura, Edivan Maciel, participaram das visitas o diretor de Produção e Agronegócio, Nilton Bayma, o chefe de departamento de Agronegócio, Cláudio Malveira, e o chefe de Agricultura, Nilton Cézar.

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